domingo, 6 de março de 2016

UMA PE Q E N A A C H G V A



quando há amor - se decidimos - que  queremos que bem seguimos que perseveramos que somos uns poucos ora a ssim a bem chegara ser os mais bons o smais errados os lugares preenchendo  de tantoe tanto que bem se deixou - asim
pendurado POR AQUI E ALI - A DENTRO - ASSIM em pro da comunidade e do fundamento da arte e m si - ajudar amelhorar e seguir a sim -  progressar e asimao progredir a sim - integrar

se dez pssoas - numa sala - se duas salas em três
se duas instituiçõesassim -  beneméritas com um certo - fundamento de RAIZ que possam albergar
asim  e também pssam etar BEM

SEM TER DE S E - "MOBILIZAR"
SEM ESTAREM  FORA DE ABRIGO DE LEGISLAÇÃO COOPERATIVA E SOCIAL -DE AMIGO AAMIGO DA TERRA - ASISM PARAA TERRA D AM«COMUN IDADE

PARA A COMU SAUDADE
DE ASIM
promover epermanecer
asim em pro do que nos foi dadoa parender
que uma quantia - pequena  (quase dois e por mês e m quatroa grupos -  assim mantêm - DIGNIDADEAONDE NOS DOAM - A INTEGRAÇÃO SEM NOS INTEGRAR
um algoq ue nos mantenha:
sem assim ser reconhecidos - integros válidos e a ssim- em acto e obra - para todos os que asim possam
- grupos de jpvens - crianças -a dolescentes - grupos de adultos e idosos - igualmente
asim  tres a quatro grupos´de 10 máximo d entro - d e:
salao paroquaial;
salão de benemérita - como uma de bombeiros- tantso que já fazem destas - ao longo desta zona - desde o«monção -a cerveira - para a psicoprofilática do parto - asim Braga - e até - VIANA - no salaõ e para  técnicas ag«fins - as
PASTORIAIS - as salas e saões sociais - a ssim etambém epor igual com fundmaentos paraacoherem ~musicas aulas de - explicação -e por que não - arte marcial por devoção - COMO JÁ FIZERAM - LANHESES -
e a ssim e também
em locais - como uma JUNTA ORA UMA ESCOA - ASSIM POR EXEMPLO - ntre Ponte de lima e Viana -  ASSIM - VILA MOU q ue bem levou- nessee scolar - com a CARITAS ME BAIXO A A CUMULAR alimentos  ASSIM AULAS - de teor -  GRATUITO TENDENCIAL - desse tal fundamebto de que te e stou a falar
QUANDO É AMOR E DEVOÇÃO AOQ UE SE FAZ - NÃO HA ATILHO NEM CNTO NEM ATADURA QUE RESTRINJA A ESNCIA ADA ARTE QUE SSEGURA:
CRESCIUMENTO DE VALORES INTERNOS AO MESMO TEMPO QE COMUNITARIOS
O RESTRINGIRO  SEGUIR A CRESCER - TRES  LUGARES M ULTIPLICADOS POR QUANTRO GRUPOS EM INSTITUIIÇÕES DA COMUNIDAA 
E PARA ACOMUNIDADE - POR QUE NÃO - COMEÇAR?
AQUI E ALÉM ESTÕA 
DESERTIFICAR - que fazer
2VIDA ACTIVA" PARA o idoso e idosa PENAS e separara - as crianças e jovens ea dultos e os géners em actividades:
pagas
a nivel da publico privada
para qum - nem tem 
ECONOMIA FAMILIAR PARA AGUIR A SUSTER - GASTOS DE FATOS ASTOS DE PGAMANETOS DE QUOTAS A GINASIOS PRIVADOSEM ACTIVIDADES DIVERSAS PARA ATODA UMA FAM (O RSI . 178 - REFORMA S- NE LHE DIGO - SAL MINIMO - 515 - E AGORA - COMO SUSTER:
QUATA DO ANO - SEGURO NÃOA FIM - QUOTA MENSAL DO PRIVADO E MAIS - O FATO E XIGIDO E AS PREMISSAS
CINTOS E XAMES - E TRANSPORTES CO PARTICIPADOS - PEAS  DITAS Q UE ERA DE TUTELARE NÃO SER SUPORTE DO PRIVATIZAR;

E A SIM - NO SEU LUGAR

- NÃO DEIXARMORRERA SJUNTAS - MAIS "POV«BRES OU DE PERIFERIA - IR ALI AONDE BEM MAIS FAZ FALTA
SÃO QUASE  16- KM - DE PONTA APONTA E TRES CONCELHOS A SSIM- A DESCOBRIR
E - PELA LEI 391/2007 - DE - COOPERATIVA E SOCIAL - E  ASSIME TAMBÉM - SEM "ANIMO DE UCRO2 EM VEZ DEESTAR

- PESSOAS - ASIMA CREDITADAS COM CURSOS VÁRIOS - DESEMPREGADAS - DENTRO DO IEFP - DI   RSI E D A SEGURANÇA SOCIAL A VER A SUA  DIGNIDADE HUMANA - DECSRECER EM CADA DIA QUE PASSA:
EM PRO 
DO QUE AMAM
DAS OMUNIDADES QUE POSSAM VIR A S«USIFRUIR 
E D O QUE NSO NSINARAM 
A PROMOVER OS
VALORES que asim . gare«antem de IGUAL A IGUAL
esta mesma dignidade que asim nos possa
permitir

A TODOS - TODAS
POR IGUAL - O QUE A OCNSTITUIÇÃO DIZIA - NÃO HA D IFERENÇAS DO SOCIAL NEM DO ECONÓMICO -
MANTÉR LOCAIS - PEQUENOS - GRUPOS DE 8-10 PESSOAS EM LUGARES


CENTROS SOCIAIS -  CENTROS CULTURAIS - ASSOCIAÇÕES DE VIZINHOS -  BOMBEIROS -S ANA CASA E SUAS INSTALAÇÕES -   ASI PASTORIAS - ASIM  FREGUESIAS E SALÕES PROPRIOS - ASSIM ETAMBÉM AS - QUE LHE E STÃO ADSCRITAS AS DE CARIZ DESPORTIVO SE TIVEREM - ORA QINDA QUEIRA - CO--PARTICIPAR VIA LEGAL:
SÃO IMPSTASO QUE NÃO VÃO PARA NENHURES
SÃO OS RECURSOS DOS LUGARES SEM  RECI«URSOS QUE FICAM COM
MAIS UMA ACTIVIDADE - PARA  . CRIANÇAS    JOVENS A DULTOS E IDOSOS - POR IGUAL -A SIMAFIME SEM:
ESPARTILHO DE  VÁRIAS - PRELOS LOCAIS VARIADOS E - PRIVADOS APENAS
NA PERIFERIA -A SIM - SEM TER DE SER . EM  COMOPETIÇÃO E COLABORANDO
ASSIME TAMBÉM  SEM TER DE S ER COMOETINDO A FIM AS IDADES CHAVE:
DEMONSTRANDO
UMA VEZ POR MÊS - NO EXTERIOR PARA SENTIR E VIVER  OQ UE É AINTEGRAIDADE E INTEGRAR EM VERDADE - A SPESSOAS A GENTE O LUGAR E AACTIVIDADE DA QUE VENHAM A PARTICIPAR:
DE TRÊS EM TRES - UMA DEMONSTRAÇÃO - PARA GENTE -D ATERRA -A MIGOS E CONHECIDOS -DENTRO DOS SALÕES E D OS PARAMETROS CONHECIDOS -ENTRA QUEM -A SIM CABA E SAIV«BA VIA DIRECTA;
DEMONSTRAR O DESENVOLVIMENTO DE
TODOS

E TODAS
E FICAR - COM UNS COMES E BEBES. CADA QUAL TRAZO QUE PODE E UMA "PRENDA A DEMONSTRAR" QUE SE RECONHECE E CONHECE
QUEM ASISM - PARTICIPA E É ASSIM  EDUCANDO E QUEM ASSIM  DESENVOLVE ESE VAI EDUCANDOA SIM E TANTO E POR IGUAL - ASSIM EQUITATIVA 
PROMOVER A SIM - OLOCAL A LOCALIDADE A I«ENTIDADE LOCAL -A S FAMILIAS AS GENTES EM TEMPOS DE HORASDITAS . POR - PREENCHER SEM TEREM DEE STAR  FORA:
DO S EU NIVEL  DE DESGASTE DE TRENSPORTES
DAS SUAS CATIVIDADES  DE - VIDANORMAL - ADEQUADA  DE MANHA  TARDE ORA NOITE - FIM - PARA A SIDADES E O BEM ESTAR GERAL
SE HOUVER AMOR E DEVOÇÃO E SABER FAZER - E 
AH!

ASSIM PODERIA COMEÇA- FORA
DOS ÚCLEOS AONDE O COMERCIAL IMPÕE E IMPERA -E SIM NA PERIFERIA NUMA DESTAS QUE SE REFERIU
JUNTO 
COM
QUEM

AINDA CREIA

QUE 
AO 
SAUDAR


OS 
VALORES QUE SE LEVANTAM

esses que se vejam depois reflectir

noutros 
afins

dar frutos - ali aonde ainda ninguém chegou ora ninguém lembrou
AINDA
de 
saber chegar

A 
SUSTER




HUMANIDADE 
 DIGNA 

- forma - 
- sem ter de ter forma -

(qual num início - num certoo campoou cidade uando -  um dois ou três se juntaram em pro dessa actividade - dessaverdade que bem viviam e que po dentro assim - os movia e bem -   mais de movia de utra possível via- assi, -a bem dizer - ao chegar
ao mais "alto patamar - para que e por quê seguir a se CONCENTRAR sem terem 
AINDA E AONDE APICAR conhecimentos sem fim -a nos a fio
e o entregar - a devoçõa acapacidade a atenção a uma tal forma de  ser em - brio

assim qual a coragem de partir para aqui o ra alé e mais alguém a ssim - trazer - ao de cima  e masia dentro ora asim - ah«judar ao ritmo de vida ser entre o s er de vid aa graça de asim viver o sentir o sentimento o sentido des aber fazer

de um respirar um encontro
de 
um 
movimento


adaptado 

A

- um outro  -  

forma e maneira

de

adequar




assim
sem se de ter
em 
idade em idade 

e  
assim
permanecer
em


gentes nos seus lugares 
as 
suas 
respectivas crenças e valores

respeito 
dado

as 
suas
entidades

- LOCAIS E ASSIM INTEGRAIS -

 ENRAIZADAS

ASSIM
FICANDO

- PERMANECENDO-

NESTE 
TEMPO

NO 
SEU
PRÓPRIO ESPAÇO
(ENTIDADES VÁRIAS  ELOCAIS DSTRIBUIDAS PELOS LUGARES  EFREGUESIAS - AFINS A LEGISLAÇÃOE LEI -Q UE SEJAM DE - VÍNCULO DE COOPERAÇÃO
DE VÍNCULO DE VOLUNTARIEDADE
ANUNCIANDO -
DE FORMA ESPONTÂNEA :
MATRIDADE DE OPÇÃO
IR EM PRO DA DIGNIDADE HUMANA E DOS VALORES - E DIREITOS QUE A SUSTENHAM
ALI AONDE E STA - ESTEJA E POR VENTURA
E TAMBÉM
EM RISOC DE"DESAPARECER" POR DESERTIFICAR SEM SE DETEREM
OS PROGRAMAS
EM VER
REUNIR
UM CIRCULO DE VIDA INTEGRA -PLENA VÁIDA E AS VÁRIAS ENTIDADES ACTIVIDADES E MENOS INTRUMENTALIZAR 
8QUE AUMENTA O  ECONÓMICO AIMPLICAR)
E SIM E TAMBÉM - SIMPLIFICAR
QUE ASSIM

:
ENRAIZA DE ACRDOCOM AS POTENCIALIDADES DA MÉDIA - NACIONAL E POR IGUAL
ADAPTA VIA AS INSTITIIÇÕE SLOCAIS  AI  - JÁ - E STANDO - 
JÁ DESDE - DATAS - AFINS -  OPERACIONALIZANDO

"SEJAM PASTORIAS OU COMUNITÁRIOAS SOCIO-POLITICA S- FAAV«BRIQUEIRAS - P. EX;
SEJA NUMCERTO - VALE -  O ALVARINHO - AS DITAS DO CONDADO E DO RIBEIRO - COOPERATIVAS AGRICOLASDE SDE SEMPRE E AINDA RECONHECIDAS E INTEGRADAS;
SEJAM AS DE CENTROSDE CONVIVIO - SÓCIO - CULTURAL - E AS SÓCIO - CULTURAIS
COMO AS DE CARIZ - TRADICIONAL - REGIONAL - QUE EXISTAM AINDA;
SEJAM AINDA AS POR SURGIREM 
- EM TERMOS LEGAIS 
- ASSOCIAÇÕES DE VIZINHOS - 

(associações desportivas culturais - sociais - assim em lei  391/2007)
 -

a fins 
e
legítimas

segundo os respectivos 
e 
TAMBÉM 

pelouros 
de 
TUTELA E PROMOÇÃO 

DE 
ENTIDADE DE NÍVEL
AUTÁRQUICO



e a 
nível 
HIERÁRQUICO INTERNO 
- OS -  
RESPECTIVOS MINISTÉRIOS  
DE 
TUTELA 
QUE 
LHES 
CORRESPONDAM




CASO AS PRIMEIRAS NÃO ACTIVEM 
COMO É DEVER LEGAL 

- ver -
artigos 
da 
CONSTITUIÇÃO:

DEVERES DO  ESTADO 

- 9º -


Artigo 9.º
Tarefas fundamentais do Estado
São tarefas fundamentais do Estado:
a) Garantir a independência nacional e criar as condições políticas, económicas, sociais e culturais que a promovam; 
b) Garantir os direitos e liberdades fundamentais e o respeito pelos princípios do Estado de direito democrático; 
c) Defender a democracia política, assegurar e incentivar a participação democrática dos cidadãos na resolução dos problemas nacionais; 
d) Promover o bem-estar e a qualidade de vida do povo e a igualdade real entre os portugueses, bem como a efectivação dos direitos económicos, sociais, culturais e ambientais, mediante a transformação e modernização das estruturas económicas e sociais;
(...)


e) Proteger e valorizar o património cultural do povo português, defender a natureza e o ambiente, preservar os recursos naturais e assegurar um correcto ordenamento do território; *


f) Assegurar o ensino e a valorização permanente (...)

ASSIM - VALORIZAR 
-DEFORMA PERMANENTE 
- ver a seguir - implica -

distribuição equitativa de bens e  serviços - segundo lei e constituição 
- LEGALIDADE DEMOCRÁTICA
(UMA OUTRA MANEIRA DE 
MANTER A LEGITIMIDADE E DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA 

DE
ACORDO 

COM 
VALORES UNIVERSAIS 

- PARA ESTA - 
DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA E DE CARIZ DE NAÇÃO 
- DE -  
FORMA E MANEIRA

ESPECIFICADA 
EM 
TEXTO PRÓPRIO



EXPRESSAMENTE
DETERMINADO EM CONSTITUIÇÃO

 E

NAS
 LEIS 
COM 
ESTA 
ASSIM
AINDA

 -  AFINS E ACORDES -




- IDADES - GÉNEROS - FAMÍLIA - COMUNIDADE(S) 

através das actividades

 FUNDAMENTAIS

que
 lhes 
dêem 
assim 
-
- sustento - 
através 
de
aplicabilidade pragmática 
e
FUNDAMENTADA 
- PROTEGIDA
 AFIM 
E
ACORDE 

E 
APOIADA 
- 
VIA

jurídico - legal 

- e
 que
sendo passiveis
de 
não:

SOBRE- INSTRUMENTALIZAR 

EM 
DETRIMENTO 
DO 
POTENCIAL 
REAL
DAS 
MESMAS
(PESSOAS - FAMÍLIAS COMUNIDADES E SUAS RESPECTIVAS ENTIDADES
HISTÓRICO- CULTURAIS 

DE ACORDO COM O ENQUADRAMENTO 

- GEO-DEMOGRÁFICO 
- E - 
ÉTNICO
("ETNOGRAFIA" 
que 
dá 
origem ao tradicional 
SABER POPULAR

RECONHECIDO

- CONSAGRADO
 NA 
LEI ACIMA
supracitada:


-  391/2007 - 

CELEBRADOS
ACORDOS

DESDE LONGA DATA

  VER 
AS 
DATAS 
DAS 
FUNDAÇÕES
DESTAS 
ENTIDADES

 -ACTAS DE FUNDAÇÃO -
 legislação interna

- DESTES E DOS RESTANTES E DIVERSOS GRUPOS QUE AO LONGO DE TODA A NACIONALIDADE

E 
DESDE 
- ANTES DO SÉC. XX INCLUSIVE - 
seguem a estar 

NA 
ALÇADA
DA 
MAIS ESTRITA LEGALIDADE

(SEM TER DE - ASSIM - REALIZAR - SEMI - CONTRATUALIZAÇÕES 

CADA VEZ MAIS "ESPECÍFICAS

 - AUMENTANDO - 
 - O GRAU DE INSTRUMENTALIZAÇÃO - 

segundo lei comercial 
- de 
"lucro - benefício"



e
 não segundo lei geral do estado 
e 
cariz 
de 
SOLIDARIEDADE SOCIAL 

- artigo 1º da constituição
 DA 
República Portuguesa 


"Artigo 1.º
República Portuguesa
Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária."



entre outros
e a 
IGUALDADE QUE A MESMA ADVOGA 

12º - 13º - 26º 
entre 
outros

Artigo 12.º
Princípio da universalidade

1. Todos os cidadãos gozam dos direitos e estão sujeitos aos deveres consignados na Constituição.
2. As pessoas colectivas gozam dos direitos e estão sujeitas aos deveres compatíveis com a sua natureza.
 
Artigo 13.º
Princípio da igualdade
1. Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei.

2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual."


Artigo 26.º
Outros direitos pessoais
 1. A todos são reconhecidos os direitos à identidade pessoal, ao desenvolvimento da personalidade, à capacidade civil, à cidadania, ao bom nome e reputação, à imagem, à palavra, à reserva da intimidade da vida privada e familiar e à protecção legal contra quaisquer formas de discriminação.
2. A lei estabelecerá garantias efectivas contra a obtenção e utilização abusivas, ou contrárias à dignidade humana, de informações relativas às pessoas e famílias.


DAQUI SE INFERE - o princípio de salvaguarda - ainda em CO-PARTICIPADAS que  se assim - parecessem ALHEIAS A ESTAREM SUJEITAS A ESTAS

 - VER CAMPANHAS DE INFORMAÇÃO COMERCIAL  COM BASE EM DADOS DE CARIZ 
- DE  - ORIGEM - PUBLICO - PRIVADA - ENTRE OUTRAS -  QUE O ESTADO - tem dever DE:
TUTELAR - FISCALIZAR E - ASSIM -  RETER 
(E NÃO SÓ E APENAS O POVO OU CIDADÃO PARTICULAR 
- EM CASO - AFIM A ARTIGO 52º DA CONSTITUIÇÃO 

Artigo 52.º
Direito de petição e direito de acção popular


1. Todos os cidadãos têm o direito de apresentar, individual ou colectivamente, aos órgãos de soberania, aos órgãos de governo próprio das regiões autónomas ou a quaisquer autoridades petições, representações, reclamações ou queixas para defesa dos seus direitos, da Constituição, das leis ou do interesse geral e, bem assim, o direito de serem informados, em prazo razoável, sobre o resultado da respectiva apreciação."


(...)

3. É conferido a todos, pessoalmente ou através de associações de defesa dos interesses em causa, o direito de acção popular nos casos e termos previstos na lei, incluindo o direito de requerer para o lesado ou lesados a correspondente indemnização, nomeadamente para:
a) Promover a prevenção, a cessação ou a perseguição judicial das infracções contra a saúde pública, os direitos dos consumidores, a qualidade de vida, a preservação do ambiente e do património cultural; 
b) Assegurar a defesa dos bens do Estado, das regiões autónomas e das autarquias locais."




Artigo 63.º
Segurança social e solidariedade
 1. Todos têm direito à segurança social.
2. Incumbe ao Estado organizar, coordenar e subsidiar um sistema de segurança social unificado e descentralizado, com a participação das associações sindicais, de outras organizações representativas dos trabalhadores e de associações representativas dos demais beneficiários. - VER ARTº 54º DACONSTITUIÇÃO E LEI - 391/2007 - afIns;

3. O sistema de segurança social protege os cidadãos na doença, velhice, invalidez, viuvez e orfandade, bem como no desemprego e em todas as outras situações de falta ou diminuição de meios de subsistência ou de capacidade para o trabalho.
(...)

5. O Estado apoia e fiscaliza, nos termos da lei, a actividade e o funcionamento das instituições particulares de solidariedade social e de outras de reconhecido interesse público sem carácter lucrativo, com vista à prossecução de objectivos de solidariedade social consignados, nomeadamente, neste artigo, na alínea b) do n.º 2 do artigo 67.º, no artigo 69.º, na alínea e) do n.º 1 do artigo 70.º e nos artigos 71.º e 72.º."


Artigo 64.º
Saúde
1. Todos têm direito à protecção da saúde e o dever de a defender e promover.
2. O direito à protecção da saúde é realizado:
a) Através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito; 


b) Pela criação de condições económicas, sociais, culturais e ambientais que garantam, designadamente, a protecção da infância, da juventude e da velhice, e pela melhoria sistemática das condições de vida e de trabalho, bem como pela promoção da cultura física e desportiva, escolar e popular, e ainda pelo desenvolvimento da educação sanitária do povo e de práticas de vida saudável."

3. Para assegurar o direito à protecção da saúde, incumbe prioritariamente ao Estado: 

a) Garantir o acesso de todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica (...)
b) Garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o país (...)
c) Orientar a sua acção para a socialização dos custos (...)
d) Disciplinar e fiscalizar as formas empresariais e privadas (...)

4. O serviço nacional de saúde tem gestão descentralizada e participada."


DAQUI - O ACESSO DE TODO E QUALQUER CIDADÃO:

- ENTIDADES - ASSOCIAÇÕES PROFISSIONAIS :

- NA PARTICIPAÇÃO - SEGUNDO E TAMBÉM - ARTIGO 9º - "AJUDA" AO ESTADO" 



- NO EQUILÍBRIO - GESTÃO 
- E BUSCA DA TÃO ANSIADA 
- E PRECONIZADA
 - SUSTENTABILIDADE 
(a nível integral - ver a dignidade da pessoa Humana e a solidariedade 
-  como pilares de fundamento da nação e do estado - de direito - desta REPÚBLICA)


- A NÍVEL GERAL -


- SENDO QUE OS EXEMPLOS 
- ATÉ AGORA REFERIDOS - NOMEADAMENTE DE FORMA E MANEIRA;

- ASSIM - ESPECÍFICA 
- VIA SECTOR COOPERATIVO E SOCIAL

Artigo 80.º
Princípios fundamentais

A organização económico-social assenta nos seguintes princípios:
a) Subordinação do poder económico ao poder político democrático; 
b) Coexistência do sector público, do sector privado e do sector cooperativo e social de propriedade dos meios de produção; 
(...) 

e) Planeamento democrático do desenvolvimento económico e social; 
f) Protecção do sector cooperativo e social de propriedade dos meios de produção; 

g) Participação das organizações representativas dos trabalhadores e das organizações representativas das actividades económicas na definição das principais medidas económicas e sociais."

SEGUNDO 
- O - 
ARTIGO 
- 54º 
-  ASSOCIAÇÕES PROFISSIONAIS  - 


- VER - 

SEGUNDO A LEI 
E 
ARTIGO CONSTITUCIONAL
CORRESPONDENTE - DIREITO DE ASSOCIAÇÃO - VER A SEGUIR

-ANTERIORMENTE REFERIDA
 - 391/20007 -

 ASSOCIAÇÕES
ENTRE 
OUTRAS 
- DE  - 
DEFESA DOS DIREITOS - 

UNIVERSAIS E FUNDAMENTAIS 
- DITOS CIVIS - 


Artigo 81.º
Incumbências prioritárias do Estado

Incumbe prioritariamente ao Estado no âmbito económico e social:

a) Promover o aumento do bem-estar social e económico e da qualidade de vida das pessoas, em especial das mais desfavorecidas, no quadro de uma estratégia de desenvolvimento sustentável;
(...)

b) Promover a justiça social, assegurar a igualdade de oportunidades e operar as necessárias correcções das desigualdades na distribuição da riqueza e do rendimento, nomeadamente através da política fiscal; 

(...)



d) Promover a coesão económica e social de todo o território nacional, orientando o desenvolvimento no sentido de um crescimento equilibrado de todos os sectores e regiões e eliminando progressivamente as diferenças económicas e sociais entre a cidade e o campo e entre o litoral e o interior;

(...)

e) Promover a correcção das desigualdades derivadas da insularidade das regiões autónomas e incentivar a sua progressiva integração em espaços económicos mais vastos, no âmbito nacional ou internacional;

(...)
f) Assegurar o funcionamento eficiente dos mercados, de modo a garantir a equilibrada concorrência entre as empresas, a contrariar as formas de organização monopolistas e a reprimir os abusos de posição dominante e outras práticas lesivas do interesse geral;

(...)

j) Criar os instrumentos jurídicos e técnicos necessários ao planeamento democrático do desenvolvimento económico e social; 


(...)

l) Assegurar uma política científica e tecnológica favorável ao desenvolvimento do país;







-  ASSIM ADVOGAM 
- PERMITEM - 
VIA LEGAL 
- E DE FORMA E MANEIRA GERAL

- IMPLICAR E CHAMARA RESPONSABILIDADE CIVIL 
- E AO DIREITO/ DEVER 
 - DE - AGIR DE FORMA LEGÍTIMA 
- ARTIGO 18º - Força Jurídica, ARTº 52º - CAUSA POPULAR, - ARTIGO 54º - ASSOCIAÇÃO DE TRABALHADORES- ENTRE OUTROS;

 - E DE MANEIRA - A FAZER VALER A LEGALIDADE DEMOCRÁTICA NESTE PAÍS;

- assim - equidade; 
- assim - SUSTENTABILIDADE; 
- ASSIM -
- DESENVOLVIMENTO DE MATURAÇÃO DO POVO E DA CIDADANIA PARTICIPATIVA E PARTICIPADA 
E DE ACORDO COM OS PRECEITOS LEGAIS; 

- ASSIM FUNDAMENTADA E GARANTINDO OS SEUS MESMOS DIREITOS FUNDAMENTAIS; 
(QUE A TODOS ABRANGEM E A TODOS - SUJEITAM) ; 


- RELAÇÃO INTRÍNSECA - INSEPARÁVEL 

- O PODER - DO ESTADO - RADICA NO POVO 

- É O POVO  (O ESTADO EM NOME DO POVO) QUE O EXERCE;

- E QUANDO O ESTADO ASSIM NÃO  EXERCE; 
- O POVO AGE - COM JUSTA CAUSA
- EM DEFESA DO ESTADO;

- QUE ASSIM - REPRESENTA UMA E A MESMA ENTIDADE 
- JUSTIÇA SOCIAL E EQUILÍBRIO DE PODERES; 
- ASSIM - SEPARADOS;

- AINDA QUE PARTINDO DA MESMA FONTE 
- A DIGNIDADE DA VIDA HUMANA 
- NESTA NAÇÃO 
- O POVO SOBERANO 
- E A JUSTIÇA A SOLIDARIEDADE E LIBERDADE:
 QUE SE DEFINEM NO ARTIGO 1º DA MESMA 
- CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA;



 - EM DEFESA (APOLOGIA)

- DOS VALORES;
- DITOS UNIVERSAIS;
- FUNDAMENTAIS;

- A TODOS GARANTIDOS E POR IGUAL;

- VER ASSIM; 
- AS PESSOAS;
- AS IDADES AS QUESTÕES SOCIAIS E ECONÓMICAS; 
DE 
- ACESSIBILIDADE;
- a bens e serviços TUTELADOS E GARANTIDOS VIA ESTADO 
 - e não SÓ E APENAS;

- via GESTÃO EMPRESARIAL;
 - por lei  SUJEITA AO PRIMEIRO;
 - O ESTADO E A SUA TUTELA E FISCALIZAÇÃO ;


 - (DEVER DE...) -  

- TODO E QUALQUER CIDADÃO NO EXERCÍCIO DOS SEUS DIREITOS E DEVERES;
- CONSTITUCIONALMENTE CONSAGRADOS; 
- EM DEFESA OU APOLOGIA; 
- DOS BENS DO ESTADO;

- DOS VALORES UNIVERSAIS;
- POR ESTE A SIM; 
- EM JUSTA CAUSA;


ARTº 18º 
DA 
CONSTITUIÇÃO

Artigo 18.º
Força jurídica

1. Os preceitos constitucionais respeitantes aos direitos, liberdades e garantias são directamente aplicáveis e vinculam as entidades públicas e privadas;
2. A lei só pode restringir os direitos, liberdades e garantias nos casos expressamente previstos na Constituição (...);

- TUTELADOS 
- E PELOS BENS DO ESTADO
- QUE POR VENTURA; 
- NÃO ESTEJAM;
- VIA LEGALIDADE DEMOCRÁTICA A SER GERIDOS SEGUNDO OS PRECEITOS;
 - ACIMA TRANSCRITOS;


- E PELOS - ASSIM 
- PRÓPRIOS DIREITOS -
 UNIVERSAIS 
- FUNDAMENTAIS ;
- EM LEI - E ARTIGO CONSTITUCIONAL - PRÓPRIOS PARA O EFEITO - ACTIVAR - PELA CIDADANIA CONSCIENTE - ESCLARECIDA- COM JUSTA CAUSA 
- E NÃO SÓ E  APENAS - PARA BENEFÍCIO PRÓPRIO  - não contemplado na defesa - pro justa causa; 

- dos valores universais 
- de pessoa jurídica - particular 

- ora de - entidade afim - COLECTIVA;

- daqui a MATURAÇÃO; 
- da escolha e da livre opção; 
- da SOBERANIA E DA LIBERDADE; 
- QUE O ARTIGO PRIMEIRO; 
- PRECONIZA DEFINE E GARANTE NOS SEUS SUBSEQUENTES e nas leis e através dos elementos e órgãos afins a estado;
(sujeitos  - via legalidade democrática)



- E - DO POVO exercendo os seus direitos e poder próprios segundos canais; 
- próprios de maneira e modo - legalmente - determinados; 
- em lei e constituição; 
(VER NÃO RETROACTIVIDADE - EM TERMOS LEGAIS)

- 52º - ASSIM - PRECAVIDA E PASSÍVEIS DE SEREM ACTIVOS POR  PESSOA JURÍDICA PARTICULAR
-
ORA POR ENTIDADE ASSOCIADA -  ASSOCIATIVA - PESSOA  JURÍDICA COLECTIVA 
- PARA ESTA FINALIDADE:
- VER LEI  391/2007; 
- ASSIM GERIDA E COM  
- LEI INTERNA PRÓPRIA:

- EM DEFESA: 
 - ESPEREMOS QUE - "PRO-ACTIVA" E NÃO APENAS PASSIVA OU ainda "REACTIVA";

- DOS DIREITOS CIVIS - ENTRE OUTRAS A FINS A ESTADO E NAÇÃO;






- pelo referido anteriormente
SE FOR O CASO (ver saúde - e informações ligadas ao artigo de ACTIVIDADE FÍSICA a este  ligadas :






 ver de seguido 
os artigos
 aplicáveis 
na 
gestão de  recursos

de 
cariz local 
- de cariz - 
nacional 
- de 
entidade 
de 
Estado

- assim e também e segundo a lei 

- própria e a determinante- 
legal 
-  assim -
 entre outras 
- contida no artigo 52ª da CONSTITUIÇÃO;






- DESAGREGANDO O FOCO DE ATENÇÃO FAMILIAR E DESENVOLVENDO :
- TEMPOS DISPARES - LOCALIZAÇÕES DISPARES -A ACTIVIDADES ESPECÍFICAS FORA DE UM CENTRO - DE -  PRATICA A- FIM E ASSIM UNIFICADOR DA ENTIDADE - EM CONSTITUIÇÃO PROTEGIDA "FAMÍLIA"

LEVANDO 
-
A 
UM 
gradual - lento - e progressivo
 ACRÉSCIMO DO DESGASTE:
DE 
TEMPOS e RECURSOS:

(RECOLHAS - ASSIM De DETERMINAÇÃO
 DE 
QUEM E ONDE
 VAI: 


- "RECOLHER IDOSO -  CRIANÇA" 
- ORA ENCONTRAR-SE COMO eventual "CASAL DE ADULTOS" 

- TEMPOS E DESLOCAÇÕES MULTIPLICADAS -
 PREÇOS DE
 - PAGAMENTO A CO-PARTICIPADAS - 
COM 
O 
ESTADO
ver
CAP
(código administrativo de procedimento e submissão destas a LEI GERAL)


 - A CRESCIDO -

SEGUROS 
MULTIPLICADOS 
- FATOS DE PRÁTICA ACRESCIDOS -

INSTRUMENTOS DE PRÁTICA

A 
CUSTO 
DO 
"CLIENTE"

- DESENVOLVIMENTO DE UM MODELO -

- MATERIALISTA -
QUE 
NÃO ASSIM

- CONTIDO NO QUE SE REFERE AS RELAÇÕES ENTRE OUTRAS - 

DO 
ESTADO 
- COM OS ELEMENTOS DO POVO -

 - DE ONDE EMANA O PODER DO ESTADO; 
- DO POVO SOBERANO; 
- SEGUNDO CONSTITUIÇÃO E DESTA;

- AS LEIS QUE SÃO AFINS A RELAÇÃO DO PODER EMANANDO POVO;

- DO SERVIÇO DO ESTADO -

- AO POVO SOBERANO E DAS LEIS ESTAREM EM ACORDO COM O PRECEDENTE; 

- CONSTITUIÇÃO COMO "CÓDIGO" 
TRADUZ O - GARANTE 
- DESTA MESMA RELAÇÃO DE EQUILÍBRIO - JUSTIÇA SOCIAL - E EQUIDADE


- DIGNIFICAÇÃO DE TODA E QUALQUER PESSOA HUMANA NESTA NAÇÃO

 - E - 
 UNIDADES DE ESTADO QUE TENHAM 


DEVER
DE 
TUTELA E SUJEIÇÃO 
A
LEI


DESENVOLVENDO COM DIGNIDADE 
DAS 
COMUNIDADES 
PROMOVENDO
 A 
UNIDADE DA PESSOA HUMANA

SEM 
ASSIM
ESPARTILHAR 

ORA
COLOCAR EM PROGRAMAS
QUE

(COMO O
"VIDA ACTIVA"
CIRCUNSCREVEM
UMA 
ENTIDADE
DENTRO DE UM CONTÍNUO VITAL


"IDOSOS OU ASSIM DITA - GERIATRIA"
em termos de especialidade médico-cirúrgica


 DENTRO 
DE 
UM 
"LOQUO"

"espaço vital"

 - FECHADO E APENAS  SÓ E PARA
 - ESTES CRIADO

(ISOLANDO - AINDA QUE - POR VENTURA  DE MANEIRA - APARENTE  INTEGRANDO - DADO QUE:
- NÃO INTEGRA - 

IDADES 
DIVERSAS 
- ACTIVIDADES 
ADEQUADAS 
PARA 
ESTAS
PESSOAS
HUMANAS E DIGNAS COM DIREITO
 - SEGUNDO O EXPOSTO A CIMA - DIREITOS UNIVERSAIS
SEGUNDO O PRECONIZADO PELA PRÓPRIA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS 
- SEGUNDO -  
A 
PRÓPRIA
 "OMS"
DE
 ESTAREM 
INTEGRADAS 
NO 
SEU

MEIO CONTEXTUAL 

(IDADES - PESSOAS - LOCALIDADE - E ACTIVIDADES DEVIDA DIÁRIA E METODOLOGIAS AFINS A SAÚDE ASSIM - DEFINIDAS - NO TRANSCRITO NO NÚMERO 2 DO ARTIGO 64º DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA
O LOCAL PRÓPRIO PARA O FEITO ENTRE AS VÁRIAS IDADES E A S ACTIVIDADES ASSIM - PASSÍVEIS DE SEREM
DESENVOLVIDAS

DE OUTRA MANEIRA - POSSIVELMENTE - 
 -ASSIM - DESAGREGANDO - 

(TECIDO SOCIAL - LOCAL - COMO - TRADUZINDO UMA UNIDADE 
- ORA UM TECIDO
SER 
- HUMANO -  
COM 
A 
SUA 
RESPECTIVA DIVERSIDADE


- SENDO QUE UM - TECIDO EPITELIAL - "DESCAMATIVO"; 


- E UM DE CARIZ - INTERNO - SENDO ESPECÍFICOS - E - PARTE DE UMA ENTIDADE ORGÂNICA 
- ASSIM -
EM
 PERMANENTE MUDANÇA

- IMPLICAM QUE - A  SELECÇÃO DE UM TECIDO - 

- SEJA O DE CARIZ - NEUROLÓGICO - COMO "SUPRAS-SUMO" EM DETRIMENTO DA TOTAL INTEGRALIDADE DA PESSOA HUMANA E DO SEU 
MEIO CONTEXTUAL

- SERIAM - UMA "ABSTRACÇÃO" QUE NÃO PASSÍVEL DE SER APLICADA 
- IMAGINE - CHOQUE NEUROGÉNICO
 - SEM TER -
 "EPITÉLIO" 

- ASSIM - 
ESTAS 
"EXPERIÊNCIAS DE "PARCIALIDADE"


NUM CONTEXTO COMUNITÁRIO QUE É INTEGRAL E TENDENTE A SER 
- INTERNACIONAL - 
- SÃO ASSIM -
 E 
POR 
VENTURA 
- POTENCIAS DE DERIVA EM FUNÇÃO DA TÃO DESEJADA  SUSTENTABILIDADE MULTI-FACTORIAL


 - E NÃO SÓ E APENAS;
- DE CARIZ -ECONÓMICO;

-  MATERIAL - 
MOMENTÂNEO E NÃO SÓ E APENAS DE INSTRUMENTALIZAÇÃO

- ESPECIALIZAÇÃO GRADUAL E CRESCENTE E POR VENTURA 
INDO ALÉM DA OPERATIVIDADE E CAPACITAÇÃO

DAS 
PRÓPRIAS POPULAÇÕES 

ÀS QUAIS ESTAS PRÁTICAS 
- "INTEGRADORAS" 
- SÃO- 
POR
VENTURA
"DIRIGIDAS"
...



AGORA


- O -
QUE  
ESTÁ 
 - CONSAGRADO -

ENTRE OUTROS 
- NO -
ARTIGO 
64º 
DA 
CONSTITUIÇÃO








 DIVERSOS GRUPOS 
- ASSIM - CORAIS - OU FOLCLÓRICOS ADSCRITOS TANTO A ENTIDADE 
PASTORAL
DE 
ESTADO
COMO ASSOCIATIVA
DE 
CARIZ 
jurídico 
legal

-  DE -
PESSOA JURÍDICA COLECTIVA;





-. ENTRE OUTROS - FOLCLORE LOCAL E AS RESPECTIVAS ASSOCIAÇÕES - LIGADAS AO ESTADO - VIA - PAROQUIAL - CONCORDATA - VIA - ENTIDADES ADMINISTRATIVAS - JUNTAS DE FREGUESIA - VIA ENTIDADES - ASSIM CO-PARTICIPADAS VIA - COOPERATIVA E SOCIAL - IPSSs - COMO OS CENTROS DE CONVÍVIO LOCAIS - ENTRE OUTRAS;


-QUE É ASSIM -
DETERMINANTE LEGAL 
- DA PRÓPRIA -
 LEI E CONSTITUIÇÃO;


sejam
 afins ao referido 
anteriormente
em
 termos:

de história - IDENTIDADE CULTURAL NACIONAL E LOCAL;
- em termos - 
 - DE EFICÁCIA

 - DE EFECTIVIDADE -




DA 
- capacidade -

DEMONSTRADA AO LONGO DO TEMPO E A TRAVÉS DAS VÁRIAS "CRISES" 
que 
a
 NAÇÃO TEM ULTRAPASSADO 

- desde - o início do séc XX - e seguindo neste SÉCULO XXI 
-  desde - pelo. menos - 2007 - "início de AUSTERIDADE"




*ver - artigo constitucional -  a seguir  - sobre gestão de bens 

- a nível das obrigações do estado - 
para
 assim 
ligar 
estas 
duas
 premissas constitucionais

- VÁLIDAS - 
ASSENTES
 E 
- AFINS -

 A 
SOBERANIA
 - POVO E ESTADO -

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

SE G VINDO - C A MINHO D A V I D A - HONRA E DIGNIDADE





PINHEIROS
DEIXADOS ATRÁS
UMA SERRA A COTAR ORA A CANTAR

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POEMA DIZ ADEUS A POESIA
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BEM    ESTÁ


terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

BOS - DI A S e mui tAS BOAS - T A RDES




"Do I Have To Say The Words"
Rescue me from the mire
Whisper words of desire
Rescue me - darling rescue me
With your arms open wide
Want you here by my side
Come to me - darling rescue me
When this world's closing in
There's no need to pretend
Set me free - darling rescue me

I don't wanna let you go
So I'm standing in your way
I never needed anyone like I'm needin' you today

Do I have to say the words?
Do I have to tell the truth?
Do I have to shout  
it out?
Do I have to say A pr ayer?
Must I prove to you how good we a
re to geth
er?

Do I have?
to say
 the 

words

Rescue

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Tell me you will be there

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(aind ano mais clao que é obscu ro
aind ano mais escuro que é qual noie que t am  bem se  in cen  d e ia ora de vida que bem se encandea sse assim também atuya na minha masi bem se li ber  ta  ra assim ao vento qual um a pedra a bo lir assimo  seu livre canti co ao ver a ven tu rar assim qual um ser par e m par asim das rodas entre laçando um serd e ad vo gar o ar e outr o por entre  aterra  o verde  em ambas se a cende do assim as tua s asminhas au gu o as vivas seres  vi ventes se bem  nhem  en contrando nestes lcais sem ter tas - a sim desde faz - maid oq ue tempos - calendas formososas ruas precisas e uma ououtra que bem a amsi ames e bem maissa bes quandoa sim também as bem - lisas sempree stando do teu   do meu lado a sim uma e outras unindo e bem libertass endo e liber tanto  assim quais as areias que bems abes que vês  asim talb«vez vejas quand asim as bem - 



"almejes


ao alto recriadas em pares de estrelas trianuladas no mais baixo em morros de fiel amor por entrios os cerros os vales os pro mon torios de mais bem ser a lém doar a dor assim spros de tal cor e m ser de bem menos des dita assim uma tal pluma uma pena a sim neos ex pedita diga palvra TAL qval vela asim sem matiz es tu e eu semprigual... s ebem lesses e mais bem as ou viras a sim quando rodas as s ais as s rosas os tais - bem siGAS,,,

virg u linhas as avezinhas assim entrias nossas a stuas e as minhas... entedesse te te?...


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

S E G V V I MO S V E R A M O S




as gotas elva gens asim quais as gentes agem asim quais aslagrimas as mais antigas o spostigos dessas asa que bem as digas meninas sen horas assim quais os tempos quem tam
bém asim chor
as
asim quais os lugares   e letras marcadas quais a acartas que nunca enviaste e  quais as honras aserem
con sa gradas ora ol vi d ar  aas


assim quais em mim assim quais em ti sendo sempre ia a ssim quais os momentos que a tua vid atransformase  quais o slugare ss tempos que também trancrecevreas ora abem passaste e quand
t
os mais bem cons e guisse e he mais se gisses aism bem sedo asim ais bem - encontrando asim uma palavra em rres trilas ondas por entre tantos e uqnato smais pasos e quantoa msi - de a abraçoas  e assim a braços dados por netreos caminhos osninhos os rio smais longos asim aos seus des asima scedentes asim bem donado asi
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

SINTONIAMARCIAL


ASSIMPER SE VER ASIMPOR RENASCER ASIMPO VER VIVER ASIM QUAL UMA FORÇA EM VID A SIM APRE VAL E CER E QUANDO SIMENRE LAÇADA ENTRE QUEM VE O CAMINHO A VIA A VID A ESTRADAA SIM E  TAMBÉM SE ELEVANDO A SIMAO CIMO DE SIMESMOS A SSIM CHEGANDO ALIA AONDE OS NOMES NÃO MAIS JAMAI SENDO LIVRE S E APENASD ITAS AD DESDITAS A SLAGRIMAS ASRIMAS SE XPRIMAM AOQ UE BEM MAIOR NOS AMARA OS AMPARA E RESISTE

SSIM AINDA QUAL SARÇA ARDENTE VENDOA PROMESSA ARDIDA NO CORAǺAO CRAHEEMA  PALAVRA NA ESCRITA MAÕA ASIMA ESPADA SLUZIDIAS A SIM DONS DE TODOSOO DIAAS SENDO PRENDADOS SENDO A SIM DITOS ENTREGUES POR COR  POR AGIR SEM AABER ASIM SENDO SABENDO elevando - um caminho enrelaçado quando assim - entre nos  assim se estabeleçam veras  everaddeira spontes que asim  nos bem g«falem e bem nso afaguem semnos deixar levar nter uma  eimil florese flroestasd e dia snobres dias asim de encontrara ora de encatar e a ssimentrenorte e guia sme hora maracada pornetre florestasescuras aisma flor a aestrela a aesperança mais g«bem senhora sem'ndp asima s ima asina a sim a abem guiara  aquando bem se elevara entre tres e quatro sol idades e rodasmarcads uma outra la decima asim bem sabe ora  ainda epsranto asim quando bems e sabe sera sina aq2uando be,m menos s aiba ler neme scerever etre harm0nia se passdoas e presenetes d etodoso o dias a sism s eaiba entrelaçar uma desde o profundo apoia a simsem sae saber  econtrar ao«te ao cmo de si   aasim tarscedente avimtade do ser que olha ao horizonte e ve e elva a fronte ao fernte!



ASSIMA PERSEVERSR asim ha de se ver .- seguir luzi uma al - consorte uma força e firmeza uma corente de leveza um ser de velamenes d abarca mais antiga que jorra desde A  anacsente até a porta DESSE TAL ORIENTE ue a zur  ASIM BEM SE BEM DESCENDO e que assientre o sol de segundozs oara ssim bem dormindo o ser que sabe ser qual perola negra e squecida dormindo -a cesa em pleno da noite asim alumina e o riointimo interno mais laémdoq ue o  mais forte se vai es l@' vando e até que sendo em tristeza asim bagnahda acapa da vainha do escudo a espada deixada entre lagrima slavada e assim entre asas elevada a barca a rectidão sustida entre dentes sibilando uma in ti intuid a outra exacata qual ertente de aguas claras ques endo ,ais la+em «paratas brillantes quais esmeraldas diamantes quais as masi vivas vestes entre a sasi preciadas - perolas oi'utorgadas asim quais as masi finas sedas e rendilhados enrelaçados passo apaso por aind aoande non passamos aind abem dizer apbem passar eentre o intimo entrelaçado fino - pranto - qual aprenda d ser timbrado asim uma auma se esvaem aeis mais de dez asim se elevando um a anum assim sendo sentido e snetime nto ate trasncender além e si ao sentimento o sentido masi além norte asim chegando e desde o amasi alto se reiunindo as suas horas a sus as senhoras tres e mais cinco as chagas abertas uma sendoa certa e a outras lidas ledas em deredor as estrelas de ores firmes asim «hamais su presas aism as tres prima s aprimogenitas senpre acesas e a soutras bem iluminadas em sete pataman«res bem arrumadas até aobem chegar 




SSIM A O SE VER POR DENTRO ORA POR FORA APERNCIA  ssim antiga aciencia qundo asim entre luz e luara sims eentrega uma chama fera uma chada eterea a sim qual o saber sentir quee taas aqui bem bvivo asi, avivo o ser d emim em mti a parecendo  asim quando somos um so ser a simse erguid o ra seerguendo e quando sim se deixara aosm se espaaharaa  quantos e qutao s bem se sabem asim entregar de amores ao luar ao sol aplatar velhos temas antigos lemas a traspeassare bem se enecontarndo e asims abend oq uem +e s a e eainda aonde vais a sime também sabem encontrar ebem mais achar quem és  e ia nda aoande vais vchegara ser ao vcro assim eoa centro desse sustentear que aundo a amao«is alta e o maos velho s ecnontram na anscente ali se vao de novo boivar ora doirada pricepsa encontrada e privcepe a bema beijar asim o tema a sim olema amais natigoq anadp entre o brio de s era migoa sim ha bem se casaram e quado asim bem se digam que a aestiame  aestibva é o caminho aind apor s ever aind acaminho  e ora a ia  acaminhar quando por em fazer asimse invistam de graça ora d epelnitud ee quando saibam a simesuecer ebem saber debovo nomearem o que bem souberama si fazer e quando ssim sem nome e se erguendoassim sabemd ser d enovo uma eoutra o«hora segund e eetre nidade um som e vid aum som de ver a cidade e assima apagada em ti em mim em cimeira agreste agua de cipreste a simeatretna a sim avia aberta por todo o  sempr e quenaod simsedesse menos cedera a sim a amais natiga a sinaa sim a  mais alem da quimare asim uma vereda verdadeira entre gente que m souberaa cunha a cuidar aparar e menos bem se deixaraa simpor ver vogar devaragar chegando ao fundotros seres elecavando e encontrando nas imagens suas antigas aism as particulas as parciais as pequenas letras que se prderam dos nosmes poriginais asim as tatuagensa mqienos briosas a novas imagens bvem menos serem reais quando  as antigas b«venham ao d ecima des mais alem do horizonte a sim de fro te frk te  os haveemos d eecontratquando spouco muitos encontrem e os mais es«actos brados acompanhem os bem mais a e s ssim mbemama ies o s er de vievr o se co ber  ser a sim um vida que s eencpontra mais al+emd a somra  abara a sim recobrindo umaluz que bemsber a lumiando  e ssim asim lembrarquando a sombra recobre o dia pe p ser dia a sim- entre luzes epunhais e quando ol seacende na noite se bem econtreme ve, se core«oemem assom de cor a cor  também se bem soem - e um eoutro sendo asim suspirando uma de tre sluzes a stres ao memso tempo a sim se necontrando - u ver um a ser e um ftu7ro assim sendo sem limtes entre os eres que seha e qi«os que sehabituem  habitos de vive entre v'brados mais vaos nao quebrados i'unidos e assimsendo - em caminhos de sintonias jamais fria - e bem sedo - asim - vividas





alma amena assim se entrega por entre a trevamenos amando mais bem esperando um fogo um animo uma 
CAUSA


assim bem sendo um foco um cetro de sustentar a força que TODOS LEVAMOS POR DNETRO sim abemdizer ECOS D EVIDA HARPA ATANGIR E ASIM A SABER SOAR QUANDO POR ENTRE A SLINHAS E A PAGINAS ESCRIAS D ASNOSSA VIDAS ABRAÇOS ENTRE GENTES OCNSEGUI R ES ASSIM entrelaçando
assimqual abraço sustido qual imagemdeumprincipio i«unido qual um bei«jo de ave nos sus ti vera
equal uma forl«ça que sendo qual um pilar um fundmaneto ainda mais não de«iz en er a


assimerrante asimdistante sopro peerdido porentre o brio do frio a si um am noite jamai  aee squencendo e mais do que o brio um aclamor por amor por louvor ua chaga  qual bando de aves vogando pr enre os ceuos asim se erguera e asim bem se dissera qual uma bandeira fina qual espada amiga sete vezes cravad ao centro menos snetir mais s eu fundmaento um ao centro o que bem sim recebera e menpos bem  soubera dizer apenas represnetar oq ue a«reperntaram os sete dons as sete espadas as raizes profundas da smai natigas ramav«
gens que asim bem abraçaram ora ainda atraves saram asim quais qual es
tu emmimasim te transarecendo e quando asim de bovo em lugar nobre erguendo e quando sim se sabe s er d eviver umser de corrente viva asim masi bem se squencer  e quando sism os pilares que siustentem lugares asism nores asim quais arcos ora ogibvaus assim quais srees nem moradias asim quais eres que ante s vid«am oq ue la de cima aabixo igual quase igual poder a vir a chegara er 




ASSIM ual uma detres das asas e ssaaave que mais ninguém "ques2 assim de fogo em agua nasida asim entre cinzas e ceus assimdos céus desce ndida a sim acesa a sim atepisaa sim quam uma ladeira ingreme se expressa ebem se vai a ssumindo uma que ora sobre outra que vaipir dentro erguida até ao de cima ote de cal assim vero  asimqual u«igual sete raios con celo

assim um ceo a sim branco azur
e qual o mais cego que nem veja nem oiça nem compreenda nessa parça ao de cima atenda quanta a equanta SO, e n IDADEasimbem se espargindo quais lagrimas d amasi 
FIEL  
SAU 
I
da
DE

tres crc«ulos concentrisoc ao de cima vistos de lado ig nor ados ao b«norte reascem ao sul também prangem quandoa sua ingreme irma se bem fecha e s eencontram em um que h«jamsi seija e menos bem vistoas
essa stesd e  cada lado quais asas asim de bem ver rodando e bem rodopiando em lumen asi se trasfromam e em praças nossas voasaa lagriams rosas asimse guemal+em da sebe rodando asim quais sinais sem eeeres tais jamais se entrelaçando asim enrelaçadas quando as lagrimas as magoas a apalb'vrasejam ais qas goras que são agua que é ceu que é nuvem que é breu assim que é o mar d emaor maior quenetre o chao ao seu superior asim bem chamara uma torreuma cupula uma fila uma fina estal agrima asim descrita asim menos ecntrada ajoia de coroara de verde a atrevessada de luz de mais assima deazul de barco alvor en cim  eir airda e quando simde rubia nascete uma outra sai de vigor de vivo amor de ser redeteor com apsixo a sim sendopresentes a asuda  sirmas confluem  asim sendo quais confuentes e se eirmandoa sims eoutrogando caminho aberto quals emenete svivente siand epetante speranto s esperando ls eu do ce pranto seu do c e c«uminar asim em ceu«o ora em terra asim ara d emaor a unir e salvar a sim qual salava a sim qual uma que bem se sabe assimquala a agua a sal bem saber a sim qua um avlor a bemdizer abemsabe  pur  e ficar e de  doce barbcuraasaber de novo - entrelaçar quias a espadas da sarvores mais caras a masi ledas mais lidas acanto sgfinais asim quais as doces  g«bradas
assim enos bem çadas aind apor ter mtemer oraa rterminar e quando sim bem cendo nasd«cias A«DA DOCE RAMA DA ARVORE  tidas como - tiradas sem terem sido perceidoas 
asimas veras a sverdadeiras as genaisprimula spr«lumas asim as gemeas a s aves que mudam os tempos vem e advenham e me pro de quem asim souber ver e ad vogar ebem estando smepre combem sendo asim menos bem atentos auem outras queirama sim - em troos d emaor d espuma d mafeira po entre a bruma tarzer
ora de  esritas a suim acima duras asim também querer im perar or ara ssim sua sina deixar vogar


e















ASSIM SABER CHEGAR VOGANDO SEM TER BACRA ARRIVAND SEM TER DE SER ASIM SEM REMOS EM PRESSA SEM TERD E S ER LIDAA  SIM A REPIS AORA A VEM NESSA BARCA SEM LUMEN SEM TER DE VELAS O S EU VE AMEN A SIMQUAL SER que rira qie chore quando asua - acastelada - torre deareia recaia e aciança doirada sorria e menos bem brade  e assim quaal a gor«ta assim qual a agua seja bem recebida pro ser assim igual a quem bem seja

e menos aobra emenos a meta
ogia
e bem amis o valor que esta ainda sustinha ora sus teve
assim quando um ser se eleva por ser de bem sera sim sua anima escreve
e sua vida toa«da intiam aiga a sim quala ave que s eilumina asim escrevee deixaa sina que jamais fora a sim sedo gravada a sua lid eo seu nome a razão pea qual a sua raiz fora gerada  e quando sim recebe esse brio e ssegrito essa ave regressa desde omais profundo d eviver avia a berte e xprime e ora expressa e quando asimenre gigante sum ser d ever a ssim dor e sair assimproentre cimetos de teplos antigos de dav«divas vievntes que velhos presentes asim enos seres candentes asim quando ainda e xista uma fagulha dachanarada da chama tq«ue bem escreve asim também se elava essa forma a força e fortalezxa que bem se esgrime senm ferirq eu bem mais e sprime expressa sdm a ssim zer de servcir  cvil  assim vil u men assim um e mil gfogos acesos entre paiaas amaargas e mil nomes ainda epranto entre a areias que fulgen  assi fulgens en ti em nos ain aviva voz ressoa que etra a em nre amor e s sres aade amaar e  asism saber perseverara é prpo acso ora singular e menos pro beme star a sim por anuncio a sim renunciando a umser de luto  e kutar acmo outro tanto a resstentcia deixar e smorecida e a força e forma e a essencia lear a calidabnascente de aond evem desde oriente o sol assima nave maior prateda asim a legitima brecha de aor asim sedo fechada e a orv'be da barca bem bnavegando quando simnetre alinhas etretecidas uma nova veste qual miade - sem ter - assim
em logica nem ser in tuida unica bozarra se esvaisse asim entrando pea cidade a dentro fosse ao centroe deovo contara
retrado assima face marcada
a mascara
esmigalhada o peso do cor e de pena assim e ainda a montada que de ignorancia se investira entre e por entre quem bem ais soubesse e sendo menso que oiro u prata pu bronze qual a fonte em deserto de novonesse deserto aprendera achama de viver o maor de saber vive  os nomes a sim aprender que ainda nao estejam escritos e os descritos aquienc«vidos pels«aescaa que esra para seguir a receber as estorias a svivas memorias as noites sem compasso e os dias sem terem assim definod s os seus tristes tres
pontos d eponteios sempre seguidos entre agrinmas e rimas perdidos e que asim sedo o tempo o snetido  tempo sentido ascendido por dentro e quando ssim numa agrima escrita aetra entre agrimas assim se esvaira ao cair no chão permanecera assim i«o nome por sempre hjams mesmo querada asim se sucedera até que encontrando uma a sua a sua outro tanto a slagrimas as aguas voltem e os rios mais não se defrontem se jam vias vivas se unindo e se bem 


(...)


entrelaçando uma se deixa a oura se esvai uma almeja a outra também cai
re



um momento a eternum
um evento kairoi
um si«ustento cronologicamente disperso um amor - assim alem logoi - assim logos ditos me tre spalavras descrito amor e saber em devoção amar e saber quala alagrima salgada que era gora doce hont'rada ao cairmil eu ma estorias mais d emil mem+orias e mais de ce m mil formas e cores a sabera sim - PINGAR até qie enher vapores e vales se esvaidaa sim voltando ao de cima subindo assumida asim qual letra salgada entre aterra entrerradaasimprofundo ao centro advogando ao cento também saber chegando cego o que a bem sabe  asim da montanha ao velho asim la se sentada a té ser liberta qual anima que +e gaurada até que - sem es ca lá
seja asim sus ti
da
por quem de
r
e
ista

asim mais nao desista adessa espeiral de saber ao mais velho a sim  sendo chamdo o que da cor recita o mundo o  faz canto rodado
assimquaml uma  flor xe lus de liz de amor em ti la de cima do maisnatigo tombara a sim qual uma caveira sendo escalada a té ao de cima de marfim ascendida assim uam ri«osa petala fechada qual um a promesa de novo entre linhas ao de cima asim explodindo uma outra hora i«unindo e quando ssim - bem cendo um terceira que sabe assumir em peitp recebe seu fundamento
e assimmais adebtro masi abaixo aora aamais aalto ao de esquerda sinistra aora ao sol mezinha e a destra raio de lumen portado assimse encontre d esencomtarndo se a asista e quando asim de louvor uma ramagem em fina g«flor a coragemem arvore em rod aintegra  inteir asim uma raiz uma coroa u«e uma alvura - assim - aurora chamada da senhora a sim - em cimeirada qual arvore verdejante completa igual qual dantes
assim uma raiz um troco firmee no centro um pilar eno de cima uma orla uma vereda uma orla umaperola  saber de ovo ressoar misterirosa apor estar larada apenas vista por dentro quando sim em si mesma o aguai sendo prtada - assim quando de baixo asim se entende«ida uma escadaria de sonhos que se esgrimem emlugares novos assime também

o


entrelaçadas duas de rir rias audsentes asa ber bem vogar igual ao de cima igual dao ser de baixoa barca grande apeqena e amsi eva«e a do sonho criatl o ser bem real assim se concede uma semente vivente qual perolada agua vivente qual ser seespada a sim uam esfera namão trazida da criança emser de vida encaranada quando de abao«xooxoa cima assim perolaa x«zulada quando e des dea cima sedo também uma eoutra sendo amaesm tres e maisninguém
e quando sim se junem em der re  dor  luz de amor menos cor amsia mar e quando aa  rmonia de vida ssim entre amelodia desse antigo tema que de novo temaa terceira vez sea de fina aprincipio de a pricipio e de o ao centro
assim qual as letras recontradas atrás sendo pareceidas repetidas bem soadas consoanates consonates asim espraiadas ate aos confnsod tempo asim bem entrelaçando e regressando  qual pai«lpiyar aqual sopro que +e suave elentosabem bem se trasformar no ser que fora e s egue sendo e ssim qual suspiri que pausa antigo asismqua cor que atejand é uno e é quatro e e pausa entre receber e doar a sim etambém uma imagem possa elevar um simboloantigob«nial possa asim encontrar por netre as sombras asimtrazer ao de cima ao lugar de pertençaquem bem quiser a sua sina e bem mais não teremaras ua sentena quando escrita em olhar e relida pelo serq u vai assim- a bem dizer aorar a ssim em centro se pareste e be se des eje menos dita desejo mais bem devoção menos se escrevera FILIAL talvez mais atenção- a algo frea erbal idade e quanta mais a vid aa legria e mais avontade e quando a sim  em a ga ahajam de pe entre pes assim bem siando uma so voz

a um so canto se transformando asim pro netre os risos os lugares os canticos e so acabtes uma ode uma sifonia umalegria uma ode mais viva asim bementrelaçada que bem sendo nem se ouve qual ab«voz mais fina nem aqual ameais bem afiada assimq uando esvaid a a gota nos  eu novi dia a sim treme luzindo e quando ssim sendop atarvessada sendo rristalaina e mas nada é agua pura e d evida +e agua a amsia antiga asimsendo asimples avoz de beijo em flor a sim se veja e quando e«ssim a transluzir mais bem além do des ejo do filial ser do ser de frente a ssimconsagarndo fraterno a ssim mais laém vogando a té aond ao medo jamais  naõ more e menos se duvide e mpbem masis e chore asim cristal serreal  entre o luar eo sol araraiar a e assim acristlina ave gota eferida em mais de mil cores cristalina regressa qual aco que doa avida qual as tres voltas da sehora arca aquela qu navega soia e que sendo entre tres estrelas asims econd«signa a sim qual uma outra que bem tambéa sista pequena quandoa sim beme xista quando aod sir abe estar lá no cimo qual resguardado o manto que se usemem dia de celebrar nupcias de antiguidade entre TALHAS CHEIAS de AGA DE VID A E VERDADE

assimsendo uma VEREDA E UMA LUA APENASe uma ARA DE DOIRADO licor PRATEAO AMOR que mais não cedra

assim qual um a força e forma que se conforta e assim bem se sabe a sol raiando que entregue vermelho qual escudo nos vai sempre resguardando
assim ess e louvor snetido e snetimento essa alança que sedo a trespsassea tempo essa a sina q«de quem que s eguri sempre  sendoo que disse oq ue exprmira oq ue bem sorrira asim - qual ser o
farol ao centro alumiando ao frente sempre apontando qual sol doirado de selo simples me ser amadoe aual a veste mais clara que s evai encontrando as aguas que asim se revestem auqndo alvor se vai assim - qual bandeira hastiando...









AMANHECE de mansinho nessas terras d elouvor nem sol s eoculta por smepre nem asim oseu a mor

assssi9m qual o dia ase ver a ssil qual prata avogar asim vejas os dias as horas a bem s enetre la çar
em ti sendo libertas as graças os ons qu também tu bem  leves as certas palavras que bem saem quando sim entre trevas te entregas e as doces alvuras que bems abes ser semdo quando pro dentro o lumen
esse lumen assim se ria cendendo e quando assim uma chamarada d eluz brilha e des troa e clama soa e assim bem dizendo uma clamor a o brio um clamor a vento um clamor  ao rio que bem reflectindo escudo vibente chamar ausente chama viva sempr eluzidia que sabe ser guia que sabe ser cuida
e que asim bemcuidadndo aos ceus sabe pra dar e quando emsi mesma leve calor de sol ao luar ao lugar e quando sssim etambém sabe ser ascendedo e uqando necessita avida toda entrega ao centro a o cerne ao ser vermelho ao mais bem prfundo aos er que de conselho asism emcirculos espiralãntiga de ssas
tres pedras desses tronos de gente  que se bem sabia a sim quais as letras quais aspalavras escritas desritas pelas melodias das doces barcas das doces ramegns das maisnatigas arvores q«esquencidas aovento assim calibradas ao sol assim v«brecidas no seu fundmaneto lavradas emrocha iva as suas mnsagens as suas raizes as suas ramagens assim as flores asim srees viventes quais seres redentorres tarzendo por dentro  aos seres ausentes assim abrigo

asism quala fonte um repucho de vida entre a smais de mil FHAS D EVIDAS ESCRITAS LAINHAS LIDAS e apalavra sind anão ditas asimfluindo nesse ser qual um ribeiro que renasce da pedra mai antiga assim "de va ancei ro"

e quando ssim bem sabe levar desde o lumen d apedra e bem tabém se el e var
assim sendo sil flor silvestre que da esprança alia e aléma aonde é becipres t@
'
e quando asim e também se entrega no regato mais pequeno ebem assim latejando navega vai navegando sem pressa semter tregua a sim bem vai chegand alia oadese vai - esvaind ora levando a docçra da terra toda SOL  e NIDADE assim verde assim candida a sim verde edoiradaa saudede! de quem asim bem conte  bem lamente e ainda sorrindo chorandoleve a o«folha que bem se tem - qual sem leme barca vivente que vai vgandopr entre os vime por entre a s rochas se entrelaçando ficando pareenddaa sim em vid anova s etransformandoe quando a aomar demaor  acendid a arosa mais bem erguida em tres portas asim s fechando asestrelas subindo e na sua hora abarca da senhora sem horas a svai sem mandar com ardar comanado equando assim bem se quer ver a sim laivos d vida estrelas do alvor desde os ceus sinais de esperança quando o seu valor o sol através sara
equando assim bem se vejam a amar o mar  aterra o ceu ao luar . quando flutuamfibas perolas amigas da sbrma spr enre a strevas 

e quando e também sabem ser de candura de al«nima prenhe e plena de mais doque maar2gura2
assim sendoq ue sejam - elevadas pelo calor davida sim de novo en ci meira das
assim amanheceres leves seres se entre levando em i mesm@'quando as sabes ouvir - vogando as digas bem digas quando doas as magoas as bagoa a slagrimas os cristalinos olahres iguais
e quando assim bem também um apalavra de beme star de asimcuidar sem nada dizer alento de vidaa se s aber entregar asim beih«o ocnd«sagrado asim beijo nunca tocado apenas lido entrelaçado quando aid ana vida sa be ser . oar cravo ora rosa ora flor de alvor em verde horosa e quando ssim sobem e espiralam quais fitas ntrela
çadas
assim estrelas viventes flores ausentes entre aflores tas erguidas la de cima quais ocntinentes assim brillem as tuas a sminhas snossas vidas entre linhas de saber viver e as vias e espirais de masi bem lembrar quantas e quantas voltas uma gota umaperola umri«ubinascente a sol poenteuma esmeralda a lvorada entre aboreal rosa anrte e a sul bem ainda estagnada e quanta e quanta maisvida louvor ainda estando em cruzes de azur ao sol mais bem sentrtecendo - e quanta smais brilhem em uma mil cores
quando asim o vento e as suas auguaos cantame contem estorias quemais ninguém praanta

e os mais de mil ecos de raios vivnetes entres ams afinas floresd esses tasi lug
a res
a
inda
u
sentes